Mercado

Pólos industriais esperam por potenciais investidores

12/11/2015 - 19:54, Business

Os pólos de Desenvolvimento Industrial de Fútila (Cabinda), Negage (Uíge), Massango (Cuanza Sul), Lucala (Cuanza Norte), Malanje (Malanje), Catumbela (Benguela) e Menongue (Cuando Cubango) estão abertos aos empresários interessados em instalar diferentes indústrias, depois de estarem já criadas as condições para o efeito. A informação foi avançada recentemente em Luanda, pelo coordenador da Comissão de […]

Os pólos de Desenvolvimento Industrial de Fútila (Cabinda), Negage (Uíge), Massango (Cuanza Sul), Lucala (Cuanza Norte), Malanje (Malanje), Catumbela (Benguela) e Menongue (Cuando Cubango) estão abertos aos empresários interessados em instalar diferentes indústrias, depois de estarem já criadas as condições para o efeito.

A informação foi avançada recentemente em Luanda, pelo coordenador da Comissão de Gestão dos pólos de desenvolvimento industrial, Luís Ribeiro, no fórum sobre “Caminhos para acelerar a industrialização de Angola: fomento e financiamento do desenvolvimento industrial.

De acordo com o programa da comissão de gestão, estão também prontos para serem abertos os pólos do Soyo (Zaire), Dondo (Cuanza Norte), Saurimo (Lunda Sul), Porto Amboim (Cuanza Sul), Cunge (Bié) e Luena (Moxico), que ainda carecem de trabalhos de conclusão da definição da área, plano director, arruamentos e marcação de loteamentos.

Do total de 22 pólos que o Executivo angolano pretende instalar no país, sendo um em cada  uma das 18 províncias, faltam apenas os de Namibe (Namibe), Lubango, Matala e Cassinga (Huíla), Cunene (Cunene), que se prevê estarem concluídos no final deste ano.

Ao comemorar 17 anos de existência do Pólo Industrial de Viana (PIV), que neste momento  possui mas de 600 empresas, das quais mais de 150 operam no ramo de indústria e transformação, comércio e construção civil, Luís Ribeiro referiu que apesar do tempo de existência da infra-estrutura, esta foi erguida numa área agrícola e em condições muito difíceis.

Neste momento, a área tem zonas urbanizadas, vias de acesso e energia que necessitam apenas de melhor distribuição.

A estruturação correcta do pólo (uma área de dois mil e 700 hectares) com ruas, energia devidamente distribuída, esgotos, água com qualidade e serviços de apoio constituem desafios  do PIV.

A este, junta-se a necessidade de se transformar o pólo maioritariamente constituído por empresas ligadas ao sector comercial, em industrias, já que apenas 30 porcento das empresas  instaladas têm actividade industrial.

A ministra da Indústria, Bernarda  Martins, disse na abertura do fórum que o sector tem o desafio de aumentar e diversificar a produção industrial, para elevar a economia, aproveitando o enorme potencial de recursos humanos e naturais do país.

Deste modo, pretende-se reduzir as necessidades de importações e ambiciona tornar Angola num país exportador de um conjunto alargado de bens transaccionáveis e com valor nos mercados internacionais.

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