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7 passos para se manter nos radares de quem recruta

02/03/2018 - 14:46, Capital Humano

Pode parecer mentira, mas a procura por um emprego pode ser feita de forma praticamente automática.

Para deixar de passar horas a fio em Sites de recrutamento ou a ‘disparar’ currículos  para  todo  e  qualquer  e-mailgeral, tudo aquilo que precisa de fazer para que as oportunidades venham ter até si é investir em si mesmo. Falamos de proactividade, da criação de uma ‘marca pessoal’ e em manter-se sob os olhares atentos de quem recruta. Com uma rede eficaz de contactos e a imagem que se pretende, encontrar trabalho vai deixar de ser tão desesperante. Conheça os sete passos para fazer com que os recrutadores e as ofertas de emprego venham ter até si, e não vice-versa:

Crie uma rede de contactos

Aposte nos contactos certos. Aborde recrutadores, familiares e amigos com ligações a empresas para ser o primeiro a saber de uma vaga. Se essas pessoas souberem que está à procura de um emprego e conhecerem o seu histórico e capacidades, serão as primeiras a recomendá-lo.

Crie a sua própria marca online

Assim que se candidata a uma vaga de emprego, a primeira coisa que irão fazer é procurar a sua presença no mundo online. Por isso, mantenha os seus perfis nas redes sociais, sobretudo no LinkedIn, apelativos. “Hoje em dia, nós somos a nossa própria marca. É preciso promovê-la tanto quanto possível. É importante que a pessoa desenvolva a própria marca na Internet, porque é aí que os empregadores vão estar à procura de potenciais empregados”, afirma Dima Midon, especialista da TrafficBox, citada pela Glassdoor.

Tenha o seu próprio site

Estar presente nas redes é mais importante que nunca para o mundo do trabalho. Se não é fã de plataformas como o LinkedIn, esmere-se e crie o seu próprio site. Não faltam plataformas que ajudam os profissionais de todo o mundo a afirmarem-se no mundo digital. Não precisa de criar uma obra de arte digital, basta apenas que tenha um endereço onde o recrutador consiga saber tudo sobre si com meia dúzia de cliques, nomeadamente o seu portefólio, ter acesso aos seus contactos e conhecê-lo minimamente.

Não deixe de se candidatar

Encontrar emprego não depende inteiramente de si. Em alturas como a última crise financeira que a Europa atravessou, torna-se difícil para as empresas ter capacidades de contratar mais pessoas. E enquanto o emprego de sonho não chega, as contas continuam a ter de ser pagas. Por isso, continue a procurar oportunidades e a aproveitar as que aparecerem. Lembre-se de que toda a experiência conta para o currículo e que a esmagadora maioria das pessoas teve trabalhos menos desejáveis até encontrarem aquele que sempre quiseram.

Trate da imagem

A imagem é fulcral tanto quando se candidata para uma vaga como para uma entrevista de emprego e até nas redes sociais. A velha máxima de que é a primeira impressão que conta tem a sua razão de ser.

Não ceda ao ‘corte e costura’

Evite criticar a sua antiga empresa ou colegas de trabalho. Nunca sabe se o recrutador que o entrevistará tem ou não ligações a um deles. Além de que, se o fizer, vai passar a imagem de alguém que se acha melhor que os outros, e não são essas pessoas que as empresas procuram.

Mantenha-se disponível

Ao procurar potenciais empregados, os recrutadores querem desde logo saber se a pessoa está ou não receptível a uma oferta. A melhor maneira de transmitir essa ideia, além de manter contacto regular com as fontes que o podem ajudar a encontrar emprego, é manter o seu perfil nas redes sociais com as diferentes maneiras de estabelecer contacto, ou seja, com o seu e-mail e contacto directo visível (e não privado). Outra maneira eficaz e discreta de o fazer é criar cartões com os seus contactos e  ir  distribuindo  às  pessoas  com quem for falando e que o podem ajudar e encontrar uma nova oportunidade.

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