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Nova rota de seda começa a ser explorada em 2017

28/12/2016 - 15:56, Capital Humano

“É uma iniciativa da sociedade civil, de pessoas de várias áreas, com um núcleo inicial da área económica, que simpatizam com a iniciativa da China, acham que pode ser boa para a China, para os países desenvolvidos e em desenvolvimento, para a economia mundial e para o relacionamento dos vários povos”, explica uma das investigadoras do projecto, Fernanda Ilhéu.

A análise e divulgação das oportunidades proporcionadas pela iniciativa oficial chinesa da Nova Rota da Seda para os países de língua portuguesa é o objectivo de um grupo de estudo constituído em Portugal, cuja actividade terá início em 2017, avança Macauhub, nesta quarta-feira.

“É uma iniciativa da sociedade civil, de pessoas de várias áreas, com um núcleo inicial da área económica, que simpatizam com a iniciativa da China, acham que pode ser boa para a China, para os países desenvolvidos e em desenvolvimento, para a economia mundial e para o relacionamento dos vários povos”, explica uma das investigadoras do projecto, Fernanda Ilhéu.

“É preciso conhecer o documento (Uma Faixa, Uma Rota), a iniciativa, para perceber que é arrojada, avançada, de longo prazo. A China quer construir isso com outros países e entidades que acharem que é um bom projecto”, adiantou.

A iniciativa foi divulgada em 2013 pelo Presidente chinês, Xi Jinping. Trata-se de um um plano de infra-estruturas que pretende reactivar a antiga Rota da Seda entre a China e a Europa através da Ásia Central, África e Sudeste Asiático.

Ao mesmo tempo, inclui a construção de uma malha ferroviária de alta velocidade entre a China e a Europa, abrangendo 65 países e 4,4 mil milhões de pessoas, tirando partido do já constituído Fundo Rota da Seda, de 40 mil milhões USD.

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