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Campanha agrícola salvaguardada apesar dos desafios actuais

19/10/2015 - 12:33, Upgrade

A campanha agrícola 2015/2016 está salvaguardada, apesar dos desafios actuais que o Governo enfrenta, pois foram adquiridos os insumos necessários e, neste momento faz-se o monitoramento de todas as actividades agrícolas. A previsão foi avançada recentemente à Angop, em Luanda, pelo director do Gabinete de Segurança Alimentar, David Tunga, sublinhando que contrariamente a outras épocas, […]

A campanha agrícola 2015/2016 está salvaguardada, apesar dos desafios actuais que o Governo enfrenta, pois foram adquiridos os insumos necessários e, neste momento faz-se o monitoramento de todas as actividades agrícolas.

A previsão foi avançada recentemente à Angop, em Luanda, pelo director do Gabinete de Segurança Alimentar, David Tunga, sublinhando que contrariamente a outras épocas, a situação alimentar no País é estável, sobretudo nas regiões leste e centro, devido a abundância de chuva e as intervenções pontuais feitas pelo governo no que respeita a distribuição de insumos.

Para o êxito da campanha, o Governo vai reforçar a intervenção da assistência técnica para que os produtores tenham um ano agrícola sem sobressaltos e boas colheitas, disse o responsável.

Informou que as províncias do Cunene ,  algumas regiões  do Cuando  Cubango  e sul da  Huíla, existe  algum défice decorrente da falta de chuva, por isso as suas populações  estão a beneficiar de um programa  de assistência alimentar.

“Esta situação vai ser melhorada com a implantação nos próximos temos de esquemas de condução de água e a sua distribuição à população”, assegurou David Tunga.

Entretanto, disse que apesar da ocorrência de calamidades no litoral do sul do país, em alguns municípios do Cuanza Sul, Benguela, Namibe, sul da Huíla, Cunene e Namibe, a produção agrícola está a alcançar níveis satisfatórios.

No cômputo geral, no resto do País há boas produções, mercê da distribuição atempada dos insumos agrícolas, no quadro da campanha agrícola e da distribuição da chuva, o que permitiu a obtenção de bons resultados por alguns camponeses, indicou.

Salientou que relativamente a população afectada pela seca, o governo oportunamente concedeu e aprovou um programa de assistência, consubstanciado na distribuição de produtos como milho, massambala, óleo, fuba de milho e arroz, ao mesmo tempo que um grande esforço tem sido feito para a captação de água e distribuição.

Em termos de cereais, disse que a produção de milho aumentou ao contrário da massambala que registou uma baixa pois as regiões produtoras foram as afectadas pela seca.

Quanto as raízes e tubérculos, sobretudo a mandioca e a batata doce, o director referiu que nestas produções é possível afirmar que o país já tem algum superávit, referiu.

Neste aspecto, o sector privado é convidado a intervir para alargar a base de industrialização destes produtos de maneira que possam ser transformados e conservados para chegarem àquelas regiões que ainda têm algum défice alimentar.

Em relação as leguminosas, o feijão apresenta ainda um défice acima dos 50 %, precisou o responsável, que chamou a atenção para a necessidade de se tratar a questão das regiões afectadas pela seca no quadro de um programa integrado de segurança alimentar.

O trabalho deve envolver os destinatários da produção de alimentos e distribuição de água e insumos agrícolas, para que a população possa estar capacitada e produzir os seus próprios alimentos.

“Nas regiões onde a chuva é satisfatória, há uma contribuição significativa no que respeita ao processo de escoamento da produção”, pontualizou

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1 Comentário

  1. Ricky 25/04/2016 - 19:47

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