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Angola concorre a membro do órgão de Paz e Segurança

02/01/2018 - 10:10, Capital Humano, featured

Nos próximos dias, Angola concorre em Addis Abeba, a membro do Conselho de Paz e Segurança da União Africana durante a 29.ª Sessão Ordinária da Conferência de Chefes de Estado e de Governo da União Africana.

Apoiada pela Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), a diplomacia angolana concorre este ano a membro do Conselho de Paz e Segurança, depois de ter visto eleita, no ano passado, ao posto de co­missária para Agricultura a diplomata Josefa Sacko.

O Conselho de Paz e Segurança da organização é um órgão permanente para a prevenção, gestão e resolução de conflitos. É um mecanismo principal da União Africana para a promoção da paz, segurança e estabilidade em África.

O ano passado, o embaixador de Angola na Etiópia reconheceu que Angola tem uma participação, cada vez mais activa, nos processos de decisão da organização e dos seus órgãos, não só como Governo, mas também com os seus quadros na estrutura da União Africana.

“Fomos bem-sucedidos na maior parte das eleições em que participámos. Os nossos candidatos foram eleitos, o que demonstra que estão altamente qualificados, estão à altura e que também é um reconhecimento do papel que Angola tem de­sempenhado ao nível do continente africano. Os países expressam o seu apoio e solidariedade relativamente a Angola, tendo em conta o pa­pel que tem jogado”, afirmou o diplomata.

O diplomata salientou ainda a responsabilidade a nível do continente e du­rante muito tempo não esteve em condições de assumir essas responsabilidades. “Angola é um país importante que não pode ser marginalizado a nível do continente. Tem uma contribuição importante a dar na resolução dos problemas continentais, com realce para o domínio da paz e segurança e em outros domínios”, referiu o embaixador.

Este ano, o encontro é dedicado ao combate à corrupção no continente, um desafio assumido recentemente em Angola pelo Presidente João Lourenço.

Entretanto o Mi­nistério das Relações Exteriores analisou o processo de preparação da Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo ou seus representantes da União Africana, durante uma reunião do conselho directivo da instituição orientada pelo ministro Manuel Augusto.

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