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Valter Filipe visita bancos centrais da Itália e do Reino Unido

29/11/2016 - 11:57, BNA, featured

O governador do BNA encontra-se em Itália para uma visita de trabalho, para reforço da cooperação com o banco central da Itália, com foco na prevenção e combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

Durante um encontro com empresários italianos que operam em Angola, na sede da Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas (ICE), em Roma, o governador do Banco Nacional de Angola, falou da determinação do Estado angolano de combater e superar “o branqueamento de capitais”.

O governador do banco central de Angola encontra-se em Itália para uma visita de trabalho, para reforço da cooperação com o banco central da Itália, nomeadamente na prevenção e combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

Valter Filipe sublinhou que o Estado está igualmente determinado em estancar a fuga de divisas e impor ética no sistema financeiro do País. Aproveitando o momento, convidou os italianos a investirem em Angola, particularmente no sector agro-pecuário.

O governador do BNA manteve encontro com seu homólogo governador do banco central da Itália, Ignazio Visco (na foto, ao centro) e com o delegado do Banco Unicredit, Guido Munzi. A Unicredit é o segundo maior banco privado italiano.

No último dia da visita a Itália, 30 de Novembro, o governador do BNA tem agendado um encontro com o administrador delegado da Agência Italiana de Crédito à Exportação (SACE, Servizi Assicurativi del Commercio Estero, na língua italiana), Alessandro Decio. A SACE, fundada em 1977, como entidade pública sob o controlo do Ministério da Economia e Finanças (MEF), é uma sociedade por acções no mercado de seguros de crédito a curto prazo.

Depois de concluída a visita a Itália, Valter Filipe da Silva desloca-se ao Reino Unido com semelhante missão.
Ambas deslocações enquadram-se nas acções em curso do sistema bancário nacional junto dos centros financeiros mundiais, no sentido de reforçar as relações de cooperação com os sistemas financeiros italiano e britânico, bem como restabelecer a confiança, credibilidade e aprimoramento na prevenção e combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.
Por outro lado, a deslocação a estes países enquadra-se igualmente na estratégia de obtenção de regulação e supervisão equivalente. Pretende-se, de igual modo, fortalecer as relações com os bancos correspondentes para a criação de condições e facilidades de entrada de liquidez, através de operações de financiamento aos bancos comerciais e as empresas angolanas.

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