Mercado

Sol Seguros promete lançar produtos ainda inexistentes em Angola

10/08/2017 - 09:15, featured, Finanças

Seguradora do Banco Sol arranca com venda de seguros obrigatórios, com foco em empresas, mas garante que irá trazer produtos novos para Angola. Rede de balcões do banco vai potenciar negócio.

Por Fernando Baxi 

fernando.baxi@mediarumo.co.ao 

O seguro automóvel obrigatório vai ser a prioridade, em termos de oferta, da seguradora lançada nesta semana pelo Banco Sol, que assim se junta a outras instituições financeiras que têm vindo a entrar neste mercado, tirando partido das suas redes de balcões para comercializar apólices. No entanto, a Sol Seguros, garantiu o presidente da comissão executiva da nova seguradora, Mateus de Brito, na inauguração da companhia, irá lançar, a prazo, produtos inovadores e que ainda não existem em Angola.

Nesta fase, explicou, a Sol Seguros está a instalar sistemas informáticos e de gestão, e a investir na formação dos colaboradores em torno dos primeiros produtos a lançar, para que, “em breve”, possa começar a operar.

Para além dos seguros obrigatórios, como o automóvel, a companhia terá no seu portefólio de produtos de seguros o multirrisco habitação, viagem, vida e acidentes pessoais, diz o CEO. Mateus de Brito crê na rápida expansão da Sol Seguros em todo o território nacional, pelo facto de poder contar com os balcões do Banco Sol – cerca de duas centenas – para distribuição dos seus produtos. “Já temos algum pessoal formado para, brevemente, começarmos a operar”, afirmou.

O responsável está consciente da baixa penetração dos seguros em Angola, pelo que a companhia irá investir na mobilização dos clientes do Banco Sol, um aspecto em que a instituição “se vai diferenciar das demais”, disse Mateus de Brito.

A Sol Seguros, acrescentou, pretende também diferenciar-se das concorrentes através do lançamento, numa segunda fase – cujo horizonte temporal o CEO não indicou –, de produtos ainda inexistentes ou desconhecidos no mercado nacional.

Nesta etapa inicial, reiterou Mateus de Brito, uma das apostas será o seguro obrigatório. “Todos os cidadãos devem ter a consciência de segurar o seu património ou activos”, defendeu o gestor, adiantando que a nova companhia irá “trabalhar para pessoas colectivas e singulares”.

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