Mercado

Tributo do Atlântico ao seu fundador

06/11/2017 - 20:20, featured

Paulo Marques será sempre uma referência para o banco com “honra e glória“, como gostava de frisar.

Paulo Marques advogado e fundador do Banco Atlântico, não resistiu a doença e faleceu aos 52 anos. Como se presta tributo a alguém, cuja personalidade já deixa saudades, pela forma como lidava com as equipas, pela energia que transmitia, pelo calor humano da sua simples presença…

“Relembramos o tempo que com a sua energia e vivacidade contagiava as novas equipas dos primeiros dias do Atlântico na velha vivenda, algures no Bairro Azul, quase escondida pelo tempo. Relembramos a sua inteligência. Recordamos o seu apurado sentido de humor e nos curvamos ao seu legado”, uma mensagem do Atlântico que fica registada neste momento triste pela perda do advogado, do membro do conselho de administração, mas sobretudo pela perda da pessoa leal, sensível e solidário que sempre foi.

Em 2006 fundou o Banco Atlântico e foi administrador do mesmo até 2014, em Luanda, altura em que troca Angola por Portugal para estar mais próximo dos seus filhos.

Foi também presidente da Assembleia Geral do Banco Atlântico Europa até 2016 e nos últimos 15 anos um acérrimo defensor das relações entre Portugal e Angola.

Paulo Marques será sempre uma referência que o Atlântico não vai deixar esquecer com muita “honra e glória“, a sua citação predilecta das bravas legiões de Roma.

Gosta deste artigo? Partilhe!

Deixe o seu comentário

You must be logged in to post a comment.