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Fundo Soberano toma posse do segundo mandato

21/09/2015 - 16:12, Finanças

      O conselho de administração do Fundo Soberano de Angola tomou posse do segundo mandato, hoje, em Luanda, em cerimónia presidida pelo ministro das Finanças, Armando Manuel. O ministro das Finanças conferiu posse hoje, em Luanda, aos membros do conselho de administração do Fundo Soberano de Angola (FSDEA), após recondução em Agosto último […]

 

 

 

O conselho de administração do Fundo Soberano de Angola tomou posse do segundo mandato, hoje, em Luanda, em cerimónia presidida pelo ministro das Finanças, Armando Manuel.

O ministro das Finanças conferiu posse hoje, em Luanda, aos membros do conselho de administração do Fundo Soberano de Angola (FSDEA), após recondução em Agosto último pelo Presidente da República, para um segundo mandato de três anos.

José Filomeno de Sousa dos Santos foi reconduzido ao cargo de presidente do FSDEA, enquanto Hugo Miguel Évora Gonçalves e Artur Carlos Andrade Fortunato, cuja ausência foi justificada, para os cargos de administradores executivos.

O chairman do fundo referiu aos jornalistas que “vamos fazer os possíveis para que se alcance melhores resultados, para todos os angolanos”, nesse segundo mandato, face aos grandes desafios que o País continua a enfrentar, um cenário que se tem observado desde a constituição do fundo.

Quanto à realidade macroeconómica actual do País, José Filomeno dos Santos diz que é por força desta situação que foram estabelecidas, em anos anteriores, instituições como o fundo, que procuram fazer investimentos racionais e direccionados à diversificação da economia e à manutenção das poupanças públicas, com os cinco mil milhões de dólares norte-americanos de capital social.

“Quando iniciámos há três anos, a instituição era apenas um papel com orientações. Hoje é um fundo que emprega vários quadros, todos dedicados à aplicação do capital para que alcance os melhores resultados, para resolver os problemas que vivemos, hoje, a nível estrutural da nossa economia”, disse.

Afirmou também que vários investimentos foram feitos no País, mas é preciso entender que são aplicações que levam o seu tempo a serem desenvolvidas, explicando que o fundo prima pelo rigor e tem em atenção, para além da selecção de investimentos, a gestão dos projectos para se alcançar os melhores resultados.

Especificou que entre vários investimentos feitos, destaque para infraestruturas, imobiliário (1,1 mil milhão USD), incluindo a criação de cinco fundos adicionais de investimento de capital de risco, para a agricultura (250 milhões USD), mineração (250 milhões USD), madeira (250 milhões USD), saúde (400 milhões USD) e financiamento estruturado (250 milhões USD).

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