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Miragens apresenta “Puro Amor” na Trienal de Luanda

11/07/2017 - 10:30, + Mercado

Do género melodrama, José Teixeira “Chetas”, dramaturgo e director artístico da Companhia, faz um entrosamento entre o realismo e o surrealismo, propondo uma profunda reflexão nas relações conjugais.

“Puro Amor” é título da obra que a Companhia de Teatro Miragens exibirá esta quinta-feira,13 de Julho, às 20 horas, no palco “Ngola”, da III Trienal de Luanda.

Do género melodrama, José Teixeira “Chetas”, dramaturgo e director artístico da Companhia, faz um entrosamento entre o realismo e o surrealismo, propondo uma profunda reflexão nas relações conjugais. O enredo começa quando a esposa, numa das suas saídas de lazer, conhece um jovem que se tornaria o seu novo amor.

Para a representação da obra, os actores Pedro Manuel (Sizainga Raul), Mariana Manuel (Mariana António), Bruno (Marcial Pitoso), Laurindo (José Teixeira), Vanusa (Celma Santos), Mestre Tony (José Muxito), Catarina (Serafina Muhongo), Hélio (Marcial Pitoso), Aluna (Danilsa Gonçalves) encarnam para o êxito do trabalho artístico.

Fundada no dia 7 de Junho de 1995 na capela de São Luís, município do Rangel, em Luanda, a Companhia optou por retratar histórias com um pendor educativo. Desta forma, exibiu a primeira obra de curta duração intitulada “A Família e as Drogas” em 1995, com o intuito de alertar os problemas que as drogas causam no seio familiar.

No seu repertório constam uma série de peças de referência, como “Rostos de Loanda a Luanda”, “Kolbe até à Morte”, “Infância Marcada”, “Tradições Perigosas”, “Puro Amor”, “Dor Silenciosa”, “As Faces de Luanda”, “4:30”, entre outras obras. Durante 4 anos trabalhou com a empresa Chevron levando a província de Cabinda Teatro de Educação Social para sensibilização dos trabalhadores de Malongo.

Participou, também, em distintos festivais, com realce para o de “Almada” em Portugal e o FESTLIP no Rio de Janeiro (Brasil). No campo da formação, a Companhia formou actores profissionais que se tornaram referência para a nova geração, no caso de José Silveira e Chetas, este último formado em Cuba e professor no Instituto Superior de Artes (ISART).

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