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13/08/2015 - 12:17, + Mercado, Lazer

Os maiores nomes da literatura lusófona são candidatos ao Prémio Oceanos, Pepetela e Ondjaki estão entre eles. Uma promessa de escrita adivinha-se com Esse Cabelo, um livro de Djaimilia Pereira de Almeida, nascida em Luanda, em 1982. A pluralidade criativa das mulheres africanas em Lagos, na Nigéria, ou a “excitante” mostra da cultura africana contemporânea, na Richard Taittinger Gallery, em Nova Iorque, onde, no Metropolitan Museum of Art, podemos encontrar as figuras dos mestres escultores Mbembe.

Guess Who's coming to Dinner?
2. Dominic Benhura
3. Nyani Quarmyne
4. Warrios and Mothers
5. Esse Cabelo
6. “Design is the Personality of an Ideia”
7. Prémio Oceanos

1. Guess Who’s Coming to Dinner?
Em Nova Iorque, a Richard Taittinger Gallery convida para a exposição “excitante dos artistas contemporâneos africanos” que tem a curadoria de Ugochukwu-Smooth C. Nzewi – artista, historiador da arte e especialista em cultura moderna e contemporânea africanas, e na arte da diáspora africana. Adivinha Quem Vem para Jantar? celebra o crescente impacto da arte africana no mundo e é “uma plataforma crucial para a sua visibilidade em Nova Iorque”.

Saiba mais em: www.richardtaittinger.com

2. Dominic Benhura
Um sul-africano que tem as suas esculturas espalhadas pelos jardins do mundo, no Yorkshire Sculpture Garden, no Reino Unido, no Museu Millesgarten, na Suécia, ou no Hortus Botanicus, em Leiden (na Holanda). Ele, que nasceu em 1968 na cidade de Murewa, a nordeste deHarare, no Zimbabué, de origem rural e modesta, vendeu a primeira escultura quando tinha 12 anos econfirmou-se como um brilhante artista de génio e inspiração.

Saiba mais em: www.african-art-now.com/en/artist/benhura.html

3. Nyani Quarmyne
É um fotógrafo autodidacta do Gana que se define como um africano híbrido – nasceu na Índia, é filho de pai ganês e de mãe filipina, e viveu em inúmeros países de África, na Austrália, Canadá e Estados Unidos. Hoje vive em Acra comprometido com várias ONG e com o seu trabalho na Panos Picture. Recomendamos a sua obra, “o poder da imagem para nos lembrar que somos uma humanidade que partilha responsabilidades entre si e o planeta”.

Saiba mais em:  www.nqphotography.com

4. Warrions and Mothers
No Metropolitan Museum of Art (MET), temos fantástica exposição de figuras dos séculos XVII e XVIII pelos Mbembe, mestres escultores do Sudoeste da Nigéria. São figuras sentadas de mães alimentando os filhos do sexo masculino, os futuros guerreiros. Apresentadas pela primeira vez, em Paris, em 1974, depois dispersas por várias colecções, estão de novo reunidas, em Nova Iorque.

Saiba mais em: www.metmuseum.org/exhibitions/listings/2014/warriors-and-mothers

5. Esse Cabelo
O que se passa dentro das cabeças é mais importante do que o que se passa por fora? Falar de cabelos é sempre uma futilidade? Quer resposta para estas perguntas? Leia Esse Cabelo, de Djaimilia Pereira de Almeida – “A tragicomédia de um cabelo crespo que cruza a história de Portugal e Angola”. A autora nasceu em Luanda, em 1982. Vive actualmente em Portugal, onde fundou e dirige Forma de Vida (www.formadevida.org.) e trabalha na Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

6. “Design is the Personality of an Ideia”
“A arte é uma expressão da nossa realidade, e o design é a personalidade das nossas ideias.” E é também uma ideia da Fundação de Artistas Africanos (African Artist’s Foundation – AAF), que resultou numa exposição na Fundação Ford, em Lagos, na Nigéria.
Um desafio a que responderam várias artistas femininas traduzindo a pluralidade criativa em vários géneros. Uma exposição que pretende estimular o desenvolvimento de expressões artísticas que são uma ferramenta para a capacitação e desenvolvimento social das mulheres em África.”

Saiba mais em:www.africanartists.org/exhibition/design-is-the-personality-of-an-idea

7. Prémio Oceanos
Os escritores Pepetela e Ondjaki, o brasileiro Chico Buarque e os portugueses Valter Hugo Mãe e Afonso Cruz estão entre os quase 600 escritores inscritos para Oceanos – Prémio de Literatura emLíngua Portuguesa, segundo fontes ligadas à organização. O galardão que substitui o Prémio Portugal Telecom é co-organizado pelo Itaú Cultural. Como sugestão, leia O Tímido e as Mulheres, de Pepetela, ou O Céu não Sabe Dançar Sozinho, de Ondjaki.

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