Mercado

Skylines pelo mundo

24/09/2015 - 16:51, + Mercado, Life & Arts

Outdoors gigantes das cidades, são também manifestações da sua capacidade económica.

1. Hong Kong
2. Londres
3. Singapura
4. paris
5. Nova Iorque
6. Tóquio

Hong Kong
Um horizonte em ziguezague, com edifícios de todos os tamanhos a fazer lembrar uma montanha-russa. É curiosamente uma das cidades mais verdes da Ásia, pois entre as casas pululam jardins e parques. De noite a cidade ilumina-se de uma forma extraordinária.

Londres
Tem visto o seu horizonte alterar-se a uma velocidade extraordinária nos últimos anos. Procura-se estimular, com regulamentação, a criação de clusters onde edifícios altos são aceitáveis, mas prevendo os seus efeitos. A “Eastern City Cluster” versus o arranha-céus de Londres daWilkinson Eyre… como olhamos para  eles?

Singapura
Estruturante e refrescante, a cidade que é uma amálgama de povos e cuja arquitectura reflecte isso mesmo. A Marina Bay Sands do arquitecto Moshe Safdie em oposição ao Raffles Hotel  do tempo da colónia britânica, dois registos sui generis de Singapura.

Paris
Na Cidade-Luz emerge a Torre Eiffel como o ex-líbris de Paris que adormece a seus pés. No contraponto, à Tour Montparnasse, provavelmente o arranha–céus mais odiado da capital, desde a sua edificação em 1973. Para lá disso, o skyline é romântico, estável, sensível e muito mais.

Nova Iorque
Manhattan define-se como o exemplo perfeito de como um horizonte pode formar uma reflexão honesta do complexo de uma cidade. Com todos os seus edifícios polémicos, a paisagem ondulante de Nova Iorque representa a personalidade das suas gentes, dos seus costumes, do verdadeiro american way of life.

Tóquio
A vista sobre a cidade mais cara do mundo. Um jogo de Tetris com uma arquitectura quase mecânica que se encaixa, que se desmonta, que se  harmoniza. Um centro financeiro importante  observa-se à distância. Destaque para a torre com 333 metros de altura.

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