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Missão para 2017

20/01/2017 - 11:54, Opinião

Afinal, tenho uma afinidade com a ‘guerra’. Uma só. E eu que pensava que estávamos em campos opostos. A terminologia.

Por Nilza Rodrigues

Descobri, curiosamente, no decorrer de um brainstorming com a minha equipa. O mote, um documentário sobre os heróis da II Guerra Mundial. Bernard Montgomery, Alexander Matrosov, Vassili Zaitsev, os irmãos Bielski… tantos e tantos outros que entre 1939-45 mostraram bravura. Estratégia. Perseverança. Planeamento. Trabalho de equipa. Espírito de sacrifício. Lealdade. Disciplina. Missão e… vitória, de preferência, claro! Termos mais do que aplicáveis na gestão do nosso dia-a-dia.

Estratégia para definir um objectivo. Planeamento e trabalho de equipa para chegar até ele. Lealdade e espírito de sacrifício, porque, por muito competente que qualquer militar seja, a sua capacidade de entrega tem que ver com a sua personalidade, com o seu perfil, e no final, faz toda a diferença entre um soldado bem-posto e um de perna partida a lutar para se manter de pé. Não, não é a história do soldadinho de chumbo do conto de fadas de Andersen. São histórias verídicas e inspiradoras. O mind setde cada um é a nossa mais-valia. As competências adquiridas, essas são currículo.

Enriquecem, mas é a força interior que nos faz caminhar alinhados e dar mais um passo no campo de batalha. Zhukov, o mais condecorado general da história russa e soviética, confessou, de forma chocante até, o segredo para tantas vitórias: “Treino as minhas equipas como se não houvesse minas no campos de combate.” Significa: estão preparados para tudo! 2017 a chegar. Como se prepara um novo ano? Com definição de objectivos, com planeamentos, com wishing lists‘fazíveis’.

A Media Rumo mantém firme a sua missão de partilhar informação com rigor, ética e determinação. Ser uma fonte de conhecimento relevante na construção do futuro. Consolidar, ainda mais, os nossos três títulos: Rumo, Mercadoe Vanguarda. Sermos mais parceiros dos nossos stakeholders. E traçar caminhos. Muitos. Para que os gestores possam abrir horizontes e ter uma visão plural da nossa realidade. Queremos ser fidedignos. Não é construir castelos no ar. E para terminar, como se começou. A falar de heróis.

Que sejamos todos heróis da nossa própria vida e sempre, sempre, a tentar superar o nosso próprio breakeven.

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