Mercado

Sem equipa não se chega aos 100

21/04/2017 - 14:06, featured, Opinião

Há dois anos nos desafiámos na Media Rumo a lançar produtos de jornalismo, apostar e treinar talentos,
proporcionar informação financeira de qualidade e de especialidade.

Por António Pedro

Director Editorial 

Nasceu o jornal Mercado como uma fonte de conhecimento e inspiração para o mundo económico, financeiro e empresarial, para leitores-consumidores exigentes, com realce para altos executivos, empresários, gestores, consultores, pro͌ssionais liberais e investidores, sem esquecer os académicos. Durante dois anos não descansámos, dormimos menos, quisemos liderar num segmento de jornalismo que não se fazia: puramente  financeiro mesmo sem existir um mercado à dimensão do que se pretendia, mas ser pioneiro e acompanhar a evolução neste aspecto.

Foi uma ousadia e aposta de curto, médio e longo prazo num mercado financeiro, o angolano, sem comparação ainda com o que existe na África do Sul, Brasil, Portugal, Reino Unido, França, etc., praças financeiras com mercados fortes quanto à capitalização de empresas na bolsa, em relação ao PIB, entre 40% e acima de 100%.Nos adiantámos no tempo e somos hoje o jornal da bolsa em Angola.

A banca, os seguros, os fundos de investimento, corretoras e diferentes veículos financeiros encontram espaço privilegiado no Mercado. Criámos hábitos novos aos leitores desprovidos de informação financeira ao nível do que o mercado começava a exigir.

Fomos os primeiros e únicos até ao momento a abordar o mercado de capitais com profundidade, com pautas próprias sem estar atrelados a agendas de evento.
O nosso formato foi inovador, incompreendido na altura por leitores mas que hoje percebem o ADN do jornal Mercado. Mais do que fazer jornalismo, estivemos engajados na gestão de equipas. E a táctica é aparentemente muito simples: apontar para o futuro, ter a percepção exacta das capacidades internas da empresa, criar uma organização de alto rendimento, escolher os melhores, no carácter e nos valores, fazer com que trabalhem bem em equipa e fazer essa equipa correr mais depressa que todos os outros.

A caça aos talentos no século XXI é uma séria questão no mundo da gestão, e as empresas de media não estão fora deste contexto. Apostamos em jovens talentos que hoje fazem além do básico em jornalismo financeiro.

O nosso modelo de gestão levou-nos a criar uma variável diferencial e única no segmento de media em Angola.

E mais: a nossa composite core é sólida agregando credibilidade, respeito e reputação ao jornal Mercado perante quem semanalmente o lê e percebe realmente das temáticas abordadas.

Assim sucede com o Investimento Social Privado, que merece espaço para se divulgar empresas que se declaram socialmente responsáveis e divulgam informações financeiras específicas sobre os recursos gastos em benefícios públicos. A globalização levou-nos a ir além da realidade do nosso mercado doméstico de media, quanto à elaboração de informação financeira credível.

Chegamos à edição 100 e pretendemos continuar a marcar a diferença no jornalismo moderno com as melhores referências que venham a existir neste universo de informação capaz de orientar investidores, empresas, gestores, apontando problemas e modelos similares ocorridos em certas praças financeiras mas com soluções.

Vamos continuar na busca de desafios, contar com ideias dos nossos colaboradores, proporcionar alargamento de visão e de experiência, sem descartar o desenvolvimento pessoal e a promoção do aprendizado através de sessões culturais – um espaço que existe há dois anos na Media Rumo .
Continuaremos a ser uma marca de referência e consulta para todos os que são interessados em economia e finanças.

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