Mercado

Fidelidade Angola prevê facturação superior a 500 milhões Kz

14/09/2017 - 17:30, Seguros

A Fidelidade Angola, companhia de seguros que adoptou uma nova marca, em substituição da Universal Seguros, prevê ultrapassar a barreira dos 500 milhões Kz, como resultado líquido do exercício económico do corrente ano, anunciou o CEO da seguradora em conferência de imprensa.

Armando Mota, que falava na apresentação da campanha de rebranding, destacou que o objectivo da companhia é superar os 359 milhões Kz de resultados líquidos registados em 2016, apesar da difícil situação económica do País.

Com relação à nova designação, o CEO realça o valor da palavra e o seu significado na relação com clientes e parceiros, com os quais pretende estreitar, cada vez mais, as suas actividades comerciais, assentes num vasto e variado portfólio de produtos e serviços.

A campanha de rebranding terá um investimento de 500 milhões Kz, e as empresas parceiras escolhidas para esta alteração, fundamentalmente angolanas, serão as responsáveis pela campanha de comunicação, alteração de pontos de venda e escritórios, merchandising e plano de meios.

A comunicação, segundo Armando Mota, será feita através de outdoors e canais digitais próprios, e a partir de Outubro os clientes poderão observar o novo spot da Fidelidade Angola em canais de grande audiência.

Capital permanece intacto

Para já, Armando Mota deixou claro que não haverá aumento de capital para esta iniciativa que vai decorrer ao longo de 2017 e nos anos subsequentes. Justifica que em 2015 a antiga Universal Seguros já tinha sido objecto de injecção de valores.

Com efeito, explica, o capital social da companhia passou de 784 mil milhões Kz para 1,8 bilhões Kz, estando bnesta altura a companhia muito bem posicionada no mercado quando comparada com as demais seguradoras.

Mas isto, acrescenta Armando Mota, não significa que a capacidade  investimentos em Angola não possa implicar um incremento de capital, tendo em conta o crescimento que se pretende para os próximos anos.

Tendências de mercado “A Universal Seguros, quando iniciou a sua actividade em Angola, em 2011, sempre apresentou performances bastante melhores do que a média do sector, e o mesmo acontece em 2017”, afirma o CEO.

Armando Mota observa que as taxas de crescimento, dos prémios de seguros e das receitas têm vindo a aumentar a dois dígitos, e o sector segurador, pelas informações disponíveis, não está a crescer.

Explica que nos últimos anos não foram distribuídos quaisquer dividendos aos accionistas, estando os valores a ser reinvestidos para o crescimento da empresa.

Para o CEO, as sinergias da seguradora assentam numa estrutura ágil, moderna e sustentada, com objectivos de rentabilidade e de posicionamento no mercado onde visam alcançar buma posição de referência.

“A agora a Fidelidade é a terceira maior seguradora em volume de vendas no País. Ao nível do negócio, os clientes são, sobretudo, empresas, mas a nível estratégico é essencial alargar a penetração nos clientes particulares e aumentar a notoriedade da marca junto da população”, disse.

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